Fatores de risco do derrame também favorecem declínio mental

Estudo mostra resultados similares na propensão de ter as doenças

Por Minha Vida


Um estudo publicado na revista Neurology, da American Academy of Neurology, mostrou que quanto maior for o risco de uma pessoa sofrer de um acidente vascular cerebral (AVC), mais chances ela tem de sofrer de declínio mental. A análise foi liderada por pesquisadores da Indiana University School of Medicine, nos Estados Unidos.

Mais de 23 mil pessoas de, no mínimo, 45 anos foram acompanhadas durante quatro anos. Neste período, 1.907 delas apresentaram comprometimento cognitivo ao longo do estudo. Os resultados mostraram que fatores de risco do derrame, como pressão alta, diabetes, tabagismo, idade avançada e doenças cardiovasculares, também eram indicadores de uma maior propensão ao comprometimento cognitivo.

Descubra seu
peso ideal

Saiba se você está acima
ou abaixo do peso.

Ex: 75,5kg, 1,70m

Assim, a cada aumento de 10 milímetros na pressão arterial sistólica, o risco de declínio mental aumentava em 4%. Além disso, a cada década, o risco de declínio mental dobrava, resultado similar aos da probabilidade de se ter um AVC.

Segundo os pesquisadores, a descoberta é um alerta para que as pessoas façam exames periódicos para que seja possível o diagnóstico e o tratamento precoce da pressão alta, manutenção fundamental para a preservação do cérebro.

Fumo passivo também prejudica a saúde mental
A exposição à fumaça do cigarro pode aumentar os riscos de uma doença psiquiátrica, mesmo entre aqueles que não fumam, segundo um estudo da University College London, no Reino Unido.

Avaliando os níveis de cotinina na saliva, substância indicadora de exposição ao fumo, de 5,5 mil não fumantes e 2,7 mil fumantes sem histórico de doenças mentais, os especialistas descobriram que uma maior exposição ao cigarro estava associada a 50% mais chances de relatar sofrimento psicológico. Os riscos de desenvolver, futuramente, doença psicológica também aumentavam devido à maior exposição ao cigarro, seja ela direta ou indireta.

Os pesquisadores disseram que, com os grandes avanços em relação as leis de restrição do tabagismo em locais públicos, a exposição ao fumo passivo em casa está crescendo. E o novo estudo, publicado na revista Archives of General Psychiatry, indica que, além dos péssimos efeitos físicos do tabagismo no organismo, deve haver uma maior preocupação com a saúde mental daqueles que convivem com fumantes.


Este conteúdo ajudou você? Já ajudou você e + 1254 pessoa(s) Já avaliou

Imprima

Erro

erro

Comente

Compartilhe

Mais sobre:

siga o minha vida e melhore sua qualidade de vida

Saiba mais

Copyright 2006/2012 Minha Vida - Todos os direitos reservados

"As informações e sugestões contidas neste site têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e o acompanhamento de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas."

  • O Minha Vida é uma empresa Endeavor

  • Prêmio ABEMD 2010 Associação Brasileira de Marketing Direto

  • Nós aderimos aos princípios da 
                                charte HONcode da Fondation HON Nós aderimos aos princípios da carta HONcode.
    Verifique aqui