Seu relógio biológico sofre com o horário de verão?

Veja as mudanças que seu corpo pede para manter sono e apetite sem alteração

Com o horário de verão, o impacto de adiantar ou atrasar o relógio em uma hora é sentido imediatamente pelo seu corpo, que não sente fome ou sono nos horários que deveria. "Nos primeiros dias, há dificuldade para acordar, falta sono para dormir à noite e o apetite também sofre alterações", afirma a endocrinologista Cristina Formiga. As mudanças no ciclo do sono podem atrapalhar a síntese dos hormônios de crescimento e do cortisol, já que ambos são produzidos enquanto dormimos. O efeito? Despertar cansado, ter dificuldade de raciocínio e um grau incomum de ansiedade, interferindo na realização de tarefas do cotidiano, levando a problemas como déficit de atenção, acidentes de trânsito, discussões no trabalho, indisposição física, irritabilidade e sonolência.

No geral, o corpo consegue se adaptar ao novo horário entre três e sete dias após a troca. Entretanto, algumas pessoas sofrem o efeito rebote com muita intensidade, precisando adotar algumas mudanças na rotina. Faça o teste e aprenda a condicionar seu organismo:

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Qual a hora ideal para dormir com a troca dos horários?

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Pessoas que praticam atividade física:

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Como deve ser a alimentação nos primeiros dias?

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Você é convidado para sair à noite. Qual a melhor atitude?

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O ideal é dormir com as janelas:

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A ingestão de água interfere na disposição?

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Tirar um cochilo durante a tarde é recomendado?