Fotodepilação
A dermatologista Eveline Sabba explica que a fotodepilação é feita com uma tecnologia chamada de Luz Intensa Pulsada (LIP), diferente do laser. Apesar de se tratar também de uma energia luminosa, a LIP é inespecífica. Ou seja, não age apenas na melanina do pelo, mas também nos tecidos que ficam ao seu redor. Como resultado, a energia emitida não pode ser tão alta, o que destruiria os vasos ao redor. "Com isso, a fotodepilação pode não destruir toda a estrutura da raiz do pelo, deixando intacta a região onde estão as células que produzem novos pelos", explica.
A especialista conta ainda que os cuidados, principalmente com exposição solar, devem ser os mesmos da depilação a laser. Como vantagem, esse método, devido a sua forma de transmissão da energia luminosa, pode ser usado com eficiência para peles com mais pigmentação, como a pele negra e morena escura. E com menor sensação dolorosa em relação à depilação a laser. O número de sessões depende das características do pelo e da pele, e ainda do aparelho usado, girando em torno de oito sessões. Cada sessão custa em média 60 reais.
